sexta-feira, 10 de abril de 2009

GSX Drag Race: Afinal, são quantos eclipses?


Bem pessoal, voltando um pouco ao mundo da Associação Desafio, hoje vamos falar um pouco sobre os irmãos Andreis, Fabio e Rafael, os famosos "gringos". Todos sabemos que eles são apaixonados por carros 4x4 e da marca Mitsubishi. Mas afinal, quantos Eclipses tem esses dois?

Bem, tudo começou há alguns anos atrás, quando Fabio e Rafael compraram um Eclipse GST 1995 muito inteiro. Era a época de intensos rachas na cidade de Porto Alegre e os irmãos queriam melhorar o "bola", (apelido carinhoso para os Eclipses fabricados entre 1995 e 1997) para "não serem pegos desprevenidos". Mas o tal projeto demorou um bom tempo para ficar pronto e paralelamente os irmãos resolveram turbinar uma Parati Club 8v com cabeçote de fluxo cruzado e posteriormente trocaram essa por uma GTi 16v, que também turbinaram.

Com as duas Parati os dois arrumaram mais dor de cabeça do que bons resultados, penando com muitas quebras. Já o GST se mostrava sempre muito potente e confiável, mas por ser um carro muito pesado e também por sofrer com o famoso "crankwalk", que é um defeito característico dos motores dos Eclipse fabricados entre 1995 e 1998, não havia embreagem que conseguisse segurar o alto peso do carro sem danificar o próprio motor.

Naquela época nascia a Associação Desafio e o interesse pelos rachas noturnos começou a ser substituído pelas provas de arrancada para carros de rua. Com dois carros muito potentes, mas nenhum em condições de competir, os irmãos Andreis foram buscar no interior de Santa Catarina o seu primeiro GSX.


Com as finanças apertadas após a preparação de 3 carros (as duas Parati e um Eclipse GST) e a compra de um terceiro (o GSX), restou pouca verba para a preparação do novo carro. A Parati restante então foi desmontada e destinada à venda e algumas peças foram aproveitadas na preparação do GSX, para participar das competições de carros de rua da AD no sambódromo de Porto Alegre.

Nessa altura do campeonato, os irmãos desistiram dos preparadores e decidiram fazer eles mesmos todas as modificações. Mas antes o carro foi levado para a pista, para que se soubesse o quanto ele andava. O GSX branco apresentava diversos problemas: Arrancava meio de lado e não empurrava nada de alta, virando 9,5 segundos nos 201 metros.

A "preparação" do GSX branco começou com a retirada de componentes como ar condicionado e direção hidráulica e algumas outras peças inúteis para a pista, pois o carro era extremamente obeso, pesando mais de 1400 kg. Depois foi retirado o intercooler e adicionado um kit nitro. E essa foi a grande preparação do carro para a primeira prova. Surpreendentemente o carro virou 8,1 segundos nos 201 metros com essa configuração, com turbo original, miolo original e inclusive uma terrinha dentro do carter...

Após muitos gastos e pouco sucesso, os irmãos Andreis ficaram encantados com o excelente resultado do carro, pois venceram a competição naquele dia, inclusive contra rivais como o até então invencível Civic 07 de T.O. Castro, Audi S2 preparada e Lancer Evo VIII também preparado. Ou seja, andou muito bem.

Depois disso, o GSX branco recebeu mais atenção e uma preparação de verdade. Com o tempo os resultados começaram a aparecer. Logo ele estava virando 7 segundos baixos nos 201 e 2007 trouxe a primeira participação da AD em uma prova de 402 metros, em Santa Cruz do Sul. O Eclipse surpreendeu a todos, virando o excelente tempo de 10,8. Para termo de comparação, o Astra de Cacá Daud que competia naquele mesmo final de semana em Santa Cruz, virou melhor tempo de 11,4.


O Eclipse continuou andando por um breve período e repetiu esse tempo em uma puxada na casa dos 10,8, mas infelizmente a quebra da roda fônica nos 300 metros impediu que ele mostrasse o verdadeiro potencial do carro. Então os irmãos Andreis resolveram desmontar o carro e transformá-lo em um verdadeiro carro de corridas.






O GSX recebeu então um rollcage completo, pára-quedas, suspensão modificada, alívio de peso, vidros em lexan, portas, capô e tampa traseira em fibra de vidro, redistribuição de peso, melhorias no motor... Só faltaram mesmo os pneus slick. Infelizmente os irmãos tiveram muitos contratempos com o GSX, que agora havia sido pintado de preto fosco. Devido a esses problemas, o carro jamais conseguiu dar uma passada limpa nos 402 metros. o melhor que conseguiu foi uma puxada parcial, até os 201 metros, onde o carro conseguiu a excelente marca de 5,9 segundos, mesmo sem os pneus de competição.




Nesse ponto os irmãos, agora fanáticos por Mitsubishi já haviam comprado mais um GSX, também preto, para uso diário. Mas com o carro de competição quebrado aguardando peças e o de rua funcionando, não demorou que os irmãos colocassem o GSX de rua na pista. O terceiro Eclipse dos irmãos vem conseguindo bons tempos, tendo virado constantemente na casa dos 12. No GP FuelTech o carro pilotado por Rafael conseguiu o tempo de 11,9 segundos. Se conseguirem repetir essa façanha com constância, são grandes candidatos ao título do campeonato AD 2009 e também nas disputas do TOP16AD.



Hoje os dois GSX dos Irmãos Andreis são pretos e adesivados com as marcas dos patrocinadores, o que confunde muita gente. Mas é fácil diferenciá-los, pois o carro de rua é preto brilhante e o de competição é preto fosco. Além disso, o único carro que está rodando atualmente é o de rua, pois o de competição ainda aguarda as novas peças. Então, está tudo explicado: Atualmente os irmãos possuem um GST branco para uso nas ruas, um GSX preto brilhante que também compete pela Associação Desafio e um GSX preto fosco (antigamente era branco), que é um verdadeiro carro de corridas que está momentaneamente parado, mas deve voltar em breve para infernizar seus competidores.

É sempre uma atração a participação de Fabio e Rafael Andreis nas corridas pois ambos são muito dedicados e persistentes, além de sempre demonstrarem um grande desejo de vencer. Estiveram entre os pioneiros que aceitaram a missão de abdicar dos rachas de rua, levando seus carros para a pista, apesar de todas as dificuldades que os primeiros membros enfrentaram no início da Associação Desafio. Desde aquela época, os irmãos já escreveram muitos capítulos nessa história: Primeiro carro da AD nos 11 segundos, primeiro carro da AD nos 10 segundos, venceram diversas etapas e vem participando em todas as provas desde que a associação foi criada.

Então vamos desejar boa sorte aos irmãos nas próximas provas!

terça-feira, 7 de abril de 2009

Por que uma dragway tem duas pistas?


Que a arrancada é um esporte em ascensão ninguém duvida. Todo ano são inauguradas novas pistas, surgem novos carros e recordes são quebrados. É de fato também um esporte em evolução. Porém os novos tempos trazem também novos desafios e talvez uma reavaliação dos papéis de cada um.

Arrancada é para quem? Para quem são organizadas as provas? Tendo quem em mente são criados os regulamentos, as categorias, a própria estrutura da prova? Durante muito tempo essa pergunta foi fácil de responder: Para os pilotos, é lógico. E não só para eles, mas também por eles. Os organizadores de provas geralmente eram pilotos ou apaixonados que faziam tudo acontecer, às vezes mais em função de seu amor pelo esporte do que pelo próprio retorno financeiro.

Mas não estamos mais no tempo dos “km de arrancada”, onde pistas eram ajeitadas em qualquer estrada ou rua de cidade do interior. O esporte cresceu e as grandes provas são organizadas em autódromos ou dragways com estruturas, que tem um custo bem mais alto para operar. Pistas como o Velopark não podem mais se dar ao luxo de fazer uma prova e contarem apenas com a inscrição dos pilotos como retorno financeiro. Isso mal paga uma fração dos custos da prova.

Na arrancada dos dias de hoje os papeis se inverteram: O público que antes era um convidado até dispensável e ficava se acotovelando para poder arrastar a barriga em cordões de isolamento hoje é a figura central do negócio, principal objetivo dos organizadores. E os pilotos, que antes ocupavam essa posição foram alçados a um papel diferente: Eles são as estrelas do espetáculo. Contudo, para merecer esse novo e muito mais alto status, precisam conquistar o público. É uma nova obrigação que vem com esse papel e querendo ou não, ao participarem de provas com mais de dez mil presentes e pagantes, eles tornam-se figuras públicas.

Mas vivemos uma fase de transição e muitas pessoas nesse ramo estão com a mentalidade cristalizada em um passado que não volta mais. Querem gozar de seu novo status, mas não compreendem seu novo papel e as novas responsabilidades que surgem com ele. Reclamam da falta de patrocinadores para o esporte, mas não compreendem a relação que existe entre o público e o retorno do investimento. Tentam forçar os organizadores a fazerem uma prova voltada para os pilotos, desprezando a importância do público e o retorno do organizador, consequentemente sabotando o esporte de dentro para fora.

Um dos aspectos que mais atrai o público é o aspecto humano do esporte. Valores como coragem, garra, agressividade, determinação, talento, atitude... O esporte comercial não é nada mais e nem nada menos que um grande palco onde os pilotos são os atores, vivendo na carne seus papéis na história da vida real. Cada piloto através de sua trajetória e suas atitudes agrega para si um conjunto de valores com os quais uns ou outros espectadores se identificam, sendo isso muito mais importante para eles do que os pormenores técnicos do carro ou da categoria. Ao final do dia, a vitória ou derrota é pessoal e não do carro. Tudo é pessoal.

E se um piloto tem ou deseja ter um grande nome escrito na lateral de seu carro, pagando para ele competir, ele precisa ter a consciência de que deve isso a esses mesmos espectadores que criam o interesse no patrocinador em investir dinheiro nele. Por isso a relação do piloto com o público através da imprensa, grande ou pequena, vale ouro e merece toda a atenção. É por isso também que a lenda da NASCAR Richard Petty ficava após as corridas em uma pequena mesa, dando autógrafos até o último fã. Cada vez mais nesse esporte o fã é o pilar central que mantém a estrutura de pé.

Muitos pilotos atuais têm um grande medo da disputa direta, sentem verdadeiro pânico de que os bastidores apareçam ao público e fazem qualquer coisa por debaixo dos panos para que fique uma imagem, mesmo que completamente falsa, de que todos se dão bem e que nunca houve e nem haverá uma rivalidade. Isso me obriga a buscar em outro esporte uma analogia para demonstrar o quanto essa situação é descabida: Imagine um lutador de boxe, procurando a mídia e dizendo aos repórteres que seu adversário é na verdade um grande amigo e que ele luta boxe por amizade, nutrindo carinho e amor fraternos por todos os seus oponentes...

A arrancada é um duelo, uma medição de forças, de marcas, de competências e de filosofias. Foi assim que ela nasceu nas ruas e desertos de sal dos Estados Unidos, entre desafios, bravatas, afrontas e provocações. Motivada pelos mesmos sentimentos que dão origem às disputas humanas em qualquer plano. Não se arranca por amizade, não se deseja deixar o adversário para trás em frente a trinta mil pessoas por consideração a ele, do mesmo modo que um lutador de cem quilos não dá um soco na cabeça do oponente com toda a sua força por especial afeto fraterno. Essas são as emoções humanas e seu valor não está em serem politicamente corretas. Está em serem verdadeiras.

Talvez seja tempo de aceitar as coisas como elas são, assim respeitando mais o discernimento do público. De aceitar as rivalidades como naturais de todos os esportes e assim compreender que nas corridas, no boxe, no futebol ou mesmo na vida, rivalidades não são brigas. Entre outras coisas, as disputas esportivas são uma forma que o ser humano encontrou para extravasar seus instintos mais competitivos sem ter de recorrer às vias de fato. Após milhares de anos de evolução, o homem é um bicho que tem o domínio da sua fúria, mas isso não significa que os instintos mais básicos não habitam uma caverna, bem lá no fundo de cada um de nós. Saber o momento de liberar e controlar esses instintos é o que nos diferencia tanto dos robôs sem sentimentos, como das feras selvagens.

É justamente por isso que uma dragway tem duas pistas e não uma só.

domingo, 5 de abril de 2009

Boato ou fato? Astra volta para Cacá Daud

Vectra FLTD: 9,3 já na estréia

Como todos que frequentam o 1320 sabem, ontem e hoje o Velopark sediou o GP FuelTech de arrancada. A competição teve muitos destaques, como por exemplo a grande evolução dos carros V8 da Categoria Import, com os dois Camaros e o Mustang virando na casa dos 8 segundos, o Audi A3 tubular da Belquip andando também nos 8 altos, os golzinhos da Turbo A virando na casa dos 10 baixos, a incrível puxada do Lancer Evolution de André Navarro na casa dos 9,4, ou ainda a estréia do Vectra FLTD de Cacá Daud virando na excelente casa dos 9,3, já na primeira participação do carro.

Mas por falar em André Navarro e Cacá Daud, foi justamente com esses dois que aconteceu um fato que movimentou os boxes do Velopark no domingo. Como os fãs mais ardorosos e antenados da arrancada sabem, ao decidir levar a cabo seu projeto de mudar para a categoria FLTD, Daud colocou a venda seu antigo carro, o famoso e soberano recordista Astra Turbo A.

O objeto da polêmica: Astra DT-A, na foto pilotado por André Navarro pela FLD

O incrível Lancer Evo de André Navarro: 9,4 em 402 metros

O Astra teria sido vendido completo e com o mesmo acerto do recorde, por cerca de R$100.000,00. O comprador foi André Navarro, o mesmo piloto do rapidíssimo Lancer Evo da Import. Infelizmente Navarro não conseguiu replicar os tempos recordistas de Daud nas provas em que participou com o Astra.

No GP FuelTech a situação não estava aparentando melhoras. O Evo apresentava excelentes resultados na pista, firmando-se como o 4x4 mais rápido do Brasil e o Astra não conseguia se equiparar aos ponteiros da DT-A, a antiga Turbo A. A coisa piorou ainda mais quando o Astra acabou pegando fogo. Felizmente não ocorreram danos, porém em um certo ponto, quando perguntado sobre os resultados do dia, Navarro teria desabafado algo como: "Tudo ótimo, só esse Astra (o qual teria sido definido por um adjetivo pejorativo) é que não vira tempo..."

A declaração automaticamente se tornaria uma saia justa, pois Daud estava próximo ao local e teria se aproximado e dito que se Navarro "não queria mais o carro, ele compraria de volta". Segundo testemunhas, Navarro retrucou com a seguinte frase bombástica: "Vamos ver então se você tem três bolas: Faça um cheque agora na metade do valor que eu lhe paguei e pode vir pegar o carro." Em poucos minutos Cacá teria voltado com o cheque em mãos e rebocado o carro para seu box, causando um grande rebuliço. Nesse momento a chuva já tomava conta do complexo e não se falou mais em outro assunto na área dos boxes.

Calibra de Anderson Dick: 10,6 nos 402m, mesmo apresentando problemas por volta dos 300m

Se as coisas ocorreram exatamente dessa forma, se houve ou não um desentendimento, só quem viu o ocorrido pode dizer com certeza. Na verdade tudo o que corria nos boxes eram apenas boatos, em nenhum momento confirmados por nenhum dos pilotos. Outra coisa que jamais foi confirmada foram os valores. Não sabemos se as coisas foram realmente assim, ou se essa é apenas mais uma lenda da arrancada. Se qualquer um dos pilotos tiver interesse em esclarecer melhor a história, o 1320 naturalmente abrirá espaço para que os boatos sejam substituídos por fatos.

Mas é também um fato, que o Astra voltou nesse final de semana para as mãos do piloto que o idealizou, construiu e levou ao recorde até hoje invicto de 10,8 com pneus de rua.

Fotos retiradas de www.digitalracing.com.br

sábado, 4 de abril de 2009

Momentos 1a etapa AD, por Igor Terres.


Um pequeno portfólio da 1a etapa AD, no Open Day do Velopark, com as fotos de Igor Terres.

"Riding the Fair... Lane."

"Boost me!"

"Mini me!"

"O futuro."

"You ain't nothing but a hound dog..."

"Easy Rider"

"Encarando a reta."

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Primeira etapa do Campeonato da Associação Desafio


No dia 21/03/09 ocorreu a primeira etapa do Campeonato Associação Desafio. Em seu terceiro ano, a competição que é organizada pelos próprios pilotos atrai cada vez mais participantes. A etapa aconteceu dentro do Open Day do Velopark e dividiu o espaço da melhor pista de arrancadas do Brasil com outras atrações.



O já tradicional encontro de antigos sempre atrai um bom número de carros, totalmente originais ou customizados. Dessa vez os "antigomobilistas" tiveram a chance de passear pela pista e exibir suas bem cuidadas relíquias.


Embalando a tarde com seu rockabilly, tivemos banda "The Hideaway Cats", que agradou à galera.



Houve também um encontro de motociclistas, com motos de todos os tamanhos e estilos!




Devido ao sol, o público se aglomerou na sombra das tendas, fazendo o possível para assistir as disputas.


Mais uma vez, a reclamação dos pilotos foi em relação às demoradas filas para alinhar, sob o sol escaldante. Mas esse pequeno pormenor não estragou a diversão da galera.

Contudo, se nas arquibancadas o clima era de descontração, na pista o pessoal da Associação Desafio fazia o possível para dar suas 3 puxadas válidas para a pontuação e tentar se classificar para a final mata-mata, o já famoso TOP16AD, onde os 16 melhores da associação se enfrentam em uma competição "NON STOP", até que só sobre o mais rápido.





Destaque para a presença de Élio Fernandes, que trouxe seu Vectra turbo, mais conhecjdo como a "Nave", para mostrar a todos que a vontade de acelerar e confraternizar com os amigos da AD independe de idade. A Nave não estava 100%, mas assim mesmo Élio meteu o pé na lata e mandou sabugo em muitos concorrentes!


Quem também esteve presente foram os irmãos Andreis. Embalados por um tempo de 12,5 com seu Eclipse GSX Street na última prova da pré-temporada, os irmãos estavam otimistas. Comentava-se nos bastidores sobre tempos na casa dos 11 segundos e a expectativa em cima do Eclipse estava grande. Infelizmente o carro apresentou um problema de ignição, que fez com que o rendimento do carro caísse muito. Ainda assim Rafael Andreis seguiu acelerando para marcar pontos, rodando na casa dos 13 segundos.


Outro que prometia invadir a casa dos 11 em sua estréia na AD era Paulo Dilamar, com sua Saveiro Turbo B. Dilamar já conseguiu tempos na casa dos 11 em outras competições, mas na AD seu melhor tempo foi na casa dos 12,2, ficando atrás de carros como o Astra 888, o Fusca a ar de André Pinzon e do surpreendente Corsa 1.6 do Demétrio Coradi. Mas assim mesmo a Saveiro preta da DiCaixa esteve entre os carros mais rápidos e fez uma boa pontuação, inclusive classificando para o TOP16AD. Infelizmente o carro não sobreviveu para participar das finais, sofrendo com problemas mecânicos.


Confira a classificação geral do campeonato da AD clicando na tabela abaixo:



Aguardem novas postagens sobre o TOP16AD e os ponteiros do campeonato!

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