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sábado, 21 de abril de 2012
Cuidado com o Véio!
Valdenir de Borba, mais conhecido nas arrancadas como "o Véio" está de carro novo. O vencedor do TOP16 da ND8, sempre orgulhoso de seu Chevette de rua com motor de Chevette mesmo, agora está na pista com um carro verdadeiramente de corridas. Um Chevette mais leve, com preparação de chassi mais séria. A mecânica? Segue a mesma: Motor de Chevette. Mas não menospreze, pois o pequeno dinossauro tem nada menos do que 505 cv nas rodas segundo o dinamômetro da Staudt Motorsports.
O carro já andou na pista de Tarumã, na casa dos 7 baixos. José Staudt, o preparador do carro promete mais melhorias, inclusive a instalação do infalível óxido nitroso. Aí sim o bicho vai pegar.
Concorrência: CUIDADO COM O VÉIO!
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quinta-feira, 19 de abril de 2012
Este lado para cima...
Está ficando pronta a Marajó do Eli, da equipe Raul Car. Recentemente Eli teve um acidente feio com seu Chevette em Tarumã, em função da quebra do volante do motor. Os fragmentos da peça cortaram a barra de direção e ocasionaram a capotagem do carro, com posterior incêndio. O Carro ficou inutilizado e com muito bom humor foi transformado numa churrasqueira. Um fim irônico para um carro que sofreu um incêndio na pista. Mas ao menos o "companheiro" de Eli ficou na família em vez de ir para o ferro velho. Recentemente a equipe colou um adesivo apontando para o teto na lateral da Marajó com os dizeres: "Este lado para cima"
Essa galera perde um carro mas não perde o bom humor!
quinta-feira, 22 de março de 2012
Churrasqueira de Chevette
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| O Marrom já era. Vai mesmo virar churrasqueira. |
Não deixa de ser irônico, mas mas o Eli decidiu transformar seu Chevette de corridas que pegou fogo numa churrasqueira. Para alguns esse é o final triste de um carro que participa há tempos das competições da AD, mas o fato é que um carro incendiado é quase impossível de se recuperar. Mais ainda quando além do fogo, sofreu também uma capotagem. Então, ao menos uma parte dele será preservada, para comemorar com os amigos, quem sabe alguma vitória nas corridas em 2012.
Afinal, a equipe não pretende abandonar as provas e Eli já tem até um substituto para seu "Marrom". Aliás, uma substituta, já que é uma Marajó. Em breve deve ocorrer o transplante das peças essenciais como motor, transmissão, rodas e suspensão. A equipe promete participar da primeira prova da AD em 2012.
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| Agora é Marajó, com drag slicks, C20XE, gaiola e tudo mais. |
Vale lembrar também que a equipe já tem uma causa para o acidente: Uma falha de embreagem levou a ruptura do volante do motor, que atingiu a barra de direção e deixou o carro sem controle, causando a capotagem e o incendio. Então fica a dica: Muito cuidado com a utilização de volantes de ferro fundido, principalmente os aliviados.
segunda-feira, 19 de março de 2012
Andar rápido é fogo...
Começamos a semana com uma nota triste: O famoso chevette "Marrom" da Mecânica Elly Car, preparado pela Raul Car e pilotado pelo nosso querido Eli, acidentou-se na última sexta-feira, no Racha Tarumã.
O carro capotou e logo após pegou fogo, acabando bastante danificado, como dá para ver nas fotos. Felizmente o piloto sofreu apenas ferimentos leves, já que o carro contava com gaiola de proteção. Segundo testemunhas, o fogo chegou a atingir o habitáculo, mas Eli foi rápido e conseguiu sair sem queimaduras.
O Chevette marrom havia recebido diversas melhorias em 2011, como motor de Calibra turbo, suspensão modificada para arrancada e pneus slick de 10 polegadas. Após uma temporada de ajustes, era grande expectativa de tempos baixos e competitividade em 2012.
Estimamos melhoras rápidas ao piloto, e que em breve esteja novamente conosco nas competições da AD em Tarumã.
Vai ficar na memória assim:
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Chicon, o campeão de 2011
Chicon – o campeão
Fabrício Chicon foi o campeão do quinto campeonato da AD.No ano mais “rápido” da AD, o piloto da equipe 1PR Schultz foi o mais constante durante a temporada. Venceu por uma margem pequena, como deve ser em um campeonato disputado. Na última etapa, disputava lado a lado com Bráulio (Fusca Turbo) e Igor Drawanz (Dodge V8), e levou o título graças a vitória na 7,5s.
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segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Figurinhas carimbadas na Noite do Chevette
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| Darcio: Uma vitória que coroa anos de trabalho da equipe |
Na noite de 11/11/11 foi realizada a já tradicional Noite do Chevette no Racha Tarumã. O evento é livre para qualquer carro, mas participam das eliminatórias apenas os Chevettes, Hatch, Chevy ou Marajó.
Os tempos dos mais rápidos oscilaram entre os 7 altos e 8 baixos nos 201 metros e os 3 primeiros colocados são figurinhas carimbadas nas Noites do Desafio: Ely Miranda Chaves, Gelson Baunhardt e Darcio Pinto Ribeiro. O mais rápido foi Gelson Baunhardt, com seu Hatch verde de número 66, com o tempo de pista de 7,796.
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| Gelson: O mais rápido nem sempre leva a vitória |
Em terceiro lugar e ainda se adaptando ao seu tubarão com motor C20XE turbo, ficou Ely. Seu melhor tempo foi de 8,013 (ET).
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| Ely: Pegando o jeito. O C20XE não é mole não. |
domingo, 16 de outubro de 2011
Estratégia no TOP16
É uma idéia corrente em todo o mundo do automobilismo de arrancada, que o vencedor é sempre aquele que possui o melhor carro, ou melhor dizendo, o carro mais potente. Ser o melhor piloto, o piloto mais capaz de preservar o equipamento ou mesmo ter o equipamento mais confiável em geral ainda são idéias relegadas ao segundo plano.
Ainda que em quase todos os tipos de automobilismo a importância desses conceitos esteja no mesmo nível ou até mesmo acima do potencial do carro, na arrancada de hoje poucos acreditam que essas capacidades tenham papel determinante em vencer uma competição.
Mas aos poucos isso vem mudando. Conforme os pilotos aprendem a utilizar a estratégia em seu favor, os resultados começam a aparecer. Um bom exemplo foi a vitória de Valdenir de Borba na ND8.
Sim, seu Chevette é bastante rápido. Na verdade obteve o segundo melhor tempo de pista nas classificatórias - 7,271, atrás apenas de Anderson "Boca" da Luz, com 7,129. Porém, com uma pilotagem um pouco melhor, conseguiu 0,194 de reação, contra fracos 0,528 do Boca. Assim, com o tempo combinado de 7,465 Valdenir classificou-se em primeiro lugar no TOP16, ganhando o direito de acelerar na primeira eliminatória com o classificado em 16o, ou seja, ganhou a vantagem de acelerar contra o mais fraco na primeira rodada.
Mas a estratégia de Valdenir já havia começado antes disso. A estrutura da competição determina que todos os pilotos tem direito a dar 3 passadas classificatórias. A melhor passada classifica o piloto para as eliminatórias. Entretanto, as 3 passadas são um direito e não uma obrigação. Atualmente, os carros mais competitivos no TOP16 são os mais rápidos, mais potentes e em geral, justamente por isso, também os menos confiáveis. Então, quanto mais competitivos os carros, maior a chance de quebras. Valdenir vinha correndo há algum tempo nas ND, sempre com tempos competitivos e aprendeu a importância de preservar o equipamento.
Assim, a estratégia do "Chevette cor-de-bala" começou quando o seu piloto utilizou os treinos para avaliar as condições do carro na pista. Nos treinos Valdenir foi capaz de dar uma puxada de 7,277, então a equipe sabia que o carro estava forte. Assim, aproveitaram a primeira classificatória para marcar um tempo que garantiria uma boa classificação, permitindo dessa forma que o carro ficasse estacionando durante o restante das classificatórias, preservando o equipamento e minimizando a chance de quebra.
No decorrer da corrida, a equipe da Mecânica Estrela Diesel procurou a organização de prova, para certificar-se de que não seria necessário dar mais de uma passada para garantir presença no TOP16. Ao mesmo tempo ficaram ligados nos tempos de outros competidores, mas apesar de bons adversários estarem presentes na pista o Chevette se manteve no topo da lista até o final das classificatórias.
Começa o TOP16 e em sua primeira puxada, Valdenir pega o Corsa aspirado de Willian Spolavori. Logo fica aparente mais uma vantagem de estar ao volante de uma máquina notoriamente rápida: Willian sabe que seu Corsa não pode com o Chevette num confronto direto, então tenta lançar mão de uma reação baixa para tentar conseguir alguma vantagem. Arriscando muito, Willian acaba queimando a largada, entregando a vitória da bandeja para Valdenir, que não precisa nem acelerar para garantir sua passagem para as quartas de final. Enquanto outros precisam acelerar forte para superar os adversários, o Valdenir avança mais um round sem forçar o Chevette.
Valdenir está tão dentro dessa mentalidade que instintivamente começa a fazer o retorno, antes da metade da pista. Mas eis que no meio da incomum manobra, o "Véio" resolve desistir do retorno e completar a puxada, só por via das dúvidas. Afinal, ele não tinha certeza do que poderia acontecer se ele não concluísse sua passada. Fecha então a volta com o tempo de pista de 31 segundos.
Mas ao queimar a largada Willian já havia dado a vitória a Valdenir. Segundo o regulamento o tempo mais baixo entre os vencedores das oitavas é que determina a escolha de pista nas quartas. Então entre mortos e feridos, Valdenir perdeu apenas a vantagem da escolha da pista contra seu próximo adversário, o Chevette de Guillermo Artigas.
Nas quartas de final, o Véio demonstra que não está mesmo muito preocupado com a escolha de pista e sim com garantir uma vitória segura a cada rodada. Quando os dois carros arrancam, as reações cronometradas são de 0,400 para Artigas e mais de um segundo para Valdenir. O que ocorre parece um erro tosco, mas na verdade é mais um momento de estratégia do piloto, que conhecendo os tempos de seu adversário e a capacidade de seu carro, decide largar com base não no pinheirinho, mas sim no seu oponente. Assim teria a certeza de não perder por queima da largada e poderia controlar a vantagem que seu carro era capaz de tirar na pista. O resultado foi uma vitória de Valdenir por 0,269 segundos de vantagem.
Conforme a competição afunila, os adversários vão se tornando mais difíceis. Na semifinal Valdenir teria de enfrentar Jalmo Peyrot, da equipe Litoral Turbos. Jalmo pilota o carro rápido de tração dianteira mais constante da AD, capaz de andar solidamente na casa dos 7 altos. Valdenir agora arranca de verdade e faz reação de piloto, abaixo de 0,100. Mas mesmo cravando bons 0,051, Valdenir não consegue superar a reação de Jalmo, que trava o cronometro em 0,049. De qualquer forma, vencer na reação não é necessário se o Chevette superar a Saveiro em tempo de pista. E de fato é o que ocorre. O Chevette anda na casa dos 7,3, colocando quase um segundo em seu adversário, que não mantém sua média de tempo habitual.
Somente Bráulio Rocha e seu Fusca AP turbo se interpõe entre Valdenir e a vitória no 14o TOP16 da AD. Mas "somente", não é uma palavra adequada para descrever este adversário. Se o Fusca não atingia o mesmo nível de performance do Chevette, Bráulio tentaria compensar isso "no braço". Ele vem se firmando como o "showman" das Noites do Desafio, pilotando seu Fusca de forma arrojada e sempre levantando a arquibancada com seus burnouts de lado e contagiando a todos com sua tocada no limite do insano.
Agora era a hora da verdade: GM contra VW. Fusca contra Chevette. Motor original contra motor AP. Pilotagem fria e estratégica contra tocada insana. Valdenir de Borba Contra Bráulio Rocha. Gostando ou não de Fuscas e Chevettes, se nenhuma dessas rivalidades faz você levantar da arquibancada, então me desculpe, mas talvez seja um bom momento para considerar outra atividade. Quem sabe a arrancada não seja para você...
Lado a lado. ambos arrancam quase juntos, com reações na casa de 0,200. Ninguém quer queimar e tampouco deixar o outro levar grande vantagem. Ambos controlam seus carros de lado na reta de Tarumã, ambos pilotam sem erros e fatalmente a superioridade do Chevette fala mais alto, garantindo a Valdenir a vitória.
Bráulio volta feliz pela pista, pois sabe que fez seu melhor. Desce de seu Fusca e cumprimenta Valdenir pela vitória merecida. A pequena torcida de chevetteiros que aguentou a maratona até o final vai a loucura, pois tem um novo ídolo. Valdenir leva R$1000,00 em dinheiro e mais um volante Shutt FuelTech, no valor de R$500,00, mas a emoção no semblante do piloto mostra que o sabor de uma vitória batalhada na verdade não tem preço.
E assim Valdenir de Borba entra para a história da AD, como o cara que usou a estratégia para fazer tudo certo, gravando seu nome como o grande vencedor do 14o TOP16.
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quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Chevette também por baixo do capô
De: www.categoriadesafio.com.br
Isto foi o que o piloto, mecânico e preparador Valdenir de Borba
pediu para lembrar no microfone – o meu Chevette tem motor de Chevette.
Com certeza ganhou a simpatia de muitos na reta de Tarumã, pois toda
vez que a locutora lembrava o público desta características, ouvia-se
gritaria. Na arquibancada, era possível ver mais de um Chevette e seus
donos, torcendo até o final pelo piloto que os representava.
Valdenir não é único, existem diversos outros, um exemplo é o
Chevette da equipe do experiente Dimas – um foguete nos 60 pés.
Mas esta ND, este domingo, pertencia ao “Véio Juca”, como a equipe
1PR carinhosamente chamou Valdenir.
Ainda de dia, Valdenir classificou-se em primeiro para o TOP16 – e
para não restar dúvidas de sua intenção – perguntou a todos: “preciso
dar mais uma passada ou apenas esta já basta para classificar?”
É preciso admirar um competidor que não tem medo de mostrar sua
intenção – a vitória.
Oitavas de final:
O primeiro adversário foi Willian Spolavori, que com o seu Corsa
aspirado ficou em segundo no Super 8, perdendo na final para o famoso
Fiat147, da Upgrade.
Com isto colocou novamente um carro aspirado tração dianteira dentro
do TOP16.
A vitória parecia fácil, ainda mais quando Willian queimou, mas
Valdenir protagonizou uma cena engraçada no meio da reta: quase desistiu
da arrancada nos 100m.
Após alguns segundos parado, Valdenir manobra novamente, e leva o
Chevette “cor de bala” para o final dos 201m.
Incerto sobre o que poderia acontecer, concluíu os 201m, mas perdeu o
direito de escolher a pista na passada seguinte, devido ao altíssimo
tempo cronometrado – 31 segundos.
Quartas de final:
Adversário é da 1PR novamente, mas desta vez outro Tubarão – Guilermo
Artigas, que eliminou um dos favoritos, Alex Machado.
Reação lenta de Valdenir – mais de 1 segundo!, mas
um bom tempo de pista garante sua vitória sobre Artigas, que teve uma
reação de 0,428s.
Total Valdenir: 08,456
Total Artigas: 08, 725
Total Artigas: 08, 725
Semi-final:
Desta vez o adversário não é da 1PR, mas sim do litoral. Jalmo
Peyrot, que com sua Saveiro conseguir chegar a semi-final eliminando nas
quartas o Chevette pilotado por Dimas, em um incrível acelera onde a
Saveiro saiu atrás e conseguiu recuperar no final da reta vencendo por 0,010s
– isto mesmo, 10 centésimos.
Nas oitavas, Jalmo havia eliminado o experiente Sérgio Fontes, em um
acelera polêmico – a cronometragem apontava vitória de Jalmo, mas os
números eram confusos. Todos que conhecem Fontes, sabem que se trata de
um competidor experiente, que não aceitaria uma vitória que não fosse
realmente sua.
Atitude de campeão (bi-campeão, três vezes vencedor do TOP16).
No duelo da semi, este retrospecto pesou e Valdenir entendeu que
tinha chego a hora da verdade – sua reação agora foi de 0,051s, com um
tempo de pista de 7,3s. Eliminou Jalmo, que também cravou uma boa reação
(0,049s), mas não conseguiu extrair o melhor tempo de sua Saveiro,
andando na casa dos 8s baixos.
Final
O adversário mais difícil do dia para Valdenir: Bráulio da Silva.
Piloto que para muitos incorpora a alma de Tarumã, suas arrancadas são
garantia de show e seus rolos deixam todos de cabelo em pé na beira da
pista.
São poucos os pilotos que conseguem corrigir as escapadas de um Fusca
com motor AP sem tirar o pé do acelerador e marcar bons tempos no final
da reta.
Para ajudar, Bráulio se juntou ao time da 1PR e agora seu Fusca está
injetado, o que vem mostrando resultados cada vez mais constantes.
Na semi-final Bráulio eliminou seu colega Anderson “Boca”…ambos
queimaram, permanecendo Bráulio, por não ser tão apressado.
Bráulio: -0,127
Boca: -0,557
Boca: -0,557
Para a final, a equipe troca os pneus do Fusca de Bráulio, na hora,
sem demora.
Agora, no momento mais tenso da noite, ninguém quer queimar. A
cautela é clara, na arrancada final reação de 0,225 (Valdenir) e 0,250
(Bráulio).
Na pista, Valdenir vai corrigindo seu Chevette, e lado a lado com
Bráulio aos poucos vai abrindo uma pequena vantagem. O tempo total de
7,6s não deixa dúvidas – o Chevette da Mecânica Estrela, é o vencedor do
TOP16.
Valdenir acumula ao todo R$ 800 pelas vitórias, R$ 200,00 por ser o
melhor preparador da ND8 e um lindo volante de alumínio, lançamento,
FuelTech by Shutt – segundo ele, equipamento garantido para o Chevas na
próxima ND – o troféu biela, esculpido em alumínio em fresa CNC pela
Smarttech e a placa do TOP16, exclusiva para os vencedores da
competição.
Parabéns Valdenir, que vem perseguindo esta vitória já fazem
algumas ND. Desta vez, o dia foi seu.
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quinta-feira, 21 de julho de 2011
Será que é dessa vez?
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| Valdenir e seu tubarão treinando no Racha Tarumã |
O tubarão de Valdenir é rápido, mas ainda está faltando um pouco de constância para que possa disputar a ponta. Será que é dessa vez?
Boa sorte Valdenir!
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domingo, 15 de maio de 2011
Primeiro de abril sem piadas
Você sabe como montar um carro de arrancada em uma semana?
Pois essa é a história da perda total do Chevette Hatch da equipe 1PR e do nascimento de um novo, agora na pele de um "tubarão". Não deixe de ler o texto na íntegra no blog oficial da 1PR
Pois essa é a história da perda total do Chevette Hatch da equipe 1PR e do nascimento de um novo, agora na pele de um "tubarão". Não deixe de ler o texto na íntegra no blog oficial da 1PR
"Este início de temporada nas arrancadas, foi marcado para nós com um 1º de abril, que estava mais parecido com uma sexta-feira 13.
Caiu exatamente na sexta do Racha Tarumã em que antecederia a Noite Desafio 6 (ND6).
Estávamos numa correria danada para aprontar o Hatch e testá-lo no autódromo, mas antes, fomos ao dinamômetro para os acertos finais.
-Aprontar os carros “aos 45 minutos do segundo tempo” já está se tornando nossa marca registrada.
O primeiro problema surgiu logo de cara. Três das quatro bombas de combustível resolveram parar de funcionar..."Leia tudo em http://mecanica1pr-oficial.blogspot.com/2011/05/este-inicio-de-temporada-nas-arrancadas.html#comments
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terça-feira, 12 de abril de 2011
Agora é tubarão!
Após um forte acidente no último racha antes da ND6, a equipe da Mecânica 1PR decretou através de seu blog a perda total do famoso Chevette Hatch do Paulinho Rebelo, grande presença nas Noites do Desafio e campeão da segunda edição de 2010 do TOP16, na ND2.
Mas a galera de lá mostrou que não é fraca e já está com um substituto pronto para a ND6. Agora é Tubarão!
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terça-feira, 30 de novembro de 2010
Mecânica 1PR
A mecânica 1PR segue trabalhando para consertar os problemas que o carro apresentou na ND3 e promete novidades para a ND4/5!
Vamos aguardar ansiosos! Visite o blog deles clicando AQUI.
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