terça-feira, 31 de maio de 2011

Pela Rota do Sol com a turma dos V8


"Carne comprada, cerveja gelada, a velha cachacinha de uva, famosa uvinha (o Paulista Reginaldo vai lembrar...). Os integrantes da turma foram um Maverick GT 302 com pistão KB, comando bom, quadrijet, dimensionado hooker e todo o capricho do dono que também mexe muito no meu dodge, um Opala V8 350 1974, também com comando e quadrijet, dimensionados, um Dodge Dart Gran Sedan 1973 e o meu Dart... ano 74, modelo 68, este que vocês já estão cansados de saber o que tem pelos lados do motor.


Seguimos viagem pela famosa Rota do Sol, caminho que une as colonias de Bento, Garibaldi, Farroupilha e Caxias do Sul para o litoral gaúcho. Litoral este com diversas praias paradisiacas com água limpa e cristalina, mar de águas quentes que convidam para um banho de mar... ops... isso é Santa Catarina. Mar de gaúcho é um chocolatão ressacudo que quem entrasse nesse final de semana com certeza não voltava mais pra contar história."

Leia tudo e veja todas as fotos no BLOG PIVÍSTICO.

domingo, 29 de maio de 2011

Vão se os anéis mas ficam as histórias!


Quem nunca teve uma motinho? Se você perdeu essa fase, sinto muito por você, porque cresci no meio delas. E houve uma fase em que quase todas as motos do mercado nacional eram CG ou Yamahas dois tempos. E com ou sem fumaça, é um tempo que me deixou saudades.

E foi assim que, navegando por aí, encontrei essa pérola, não resisti e tive que postar.

 Anéis de arame para sobreviver
 Por: DEUDETE (DAVI) OLIVEIRA

"Lá pelos idos de 1981, eu, então Soldado da Aeronáutica (hoje sou Suboficial da Reserva), ganhava menos de meio salário mínimo e tinha uma RD 125 para "criar". 

Essa moto foi adquirida com recursos provenientes do emprego anterior ao Serviço Militar Obrigatório e eu, tinha que fazer o milagre de mante-la "viva".

O motorzinho 2 tempos da RD que era toda linda e original, já estava bastante judiado quando a comprei e foi aos poucos, ficando sem compressão. Parte de cima do motor (cilindro e cabeçote) desmontado, por mim e meu primo João, o diagnóstico: Anéis quebrados (causaram riscos profundos nas paredes dos cilindros), folga nas biélas e uma das "gaiolas" (roletes dos pinos dos pistões) faltando umas duas varetinhas.

De cara vi que éra impossível fazer o motor a curto prazo. Naquele tempo as peças das importadas eram encontradas com certa facilidade, mas o preço... - Muito pior que hoje.

De posse do orçamento feito no Bravo das Motos em Realengo, mensurei que seriam necessários algumas centenas de salários de Soldado. O Haroldo (dono da loja e oficina) me alertou ainda sobre os gastos com retífica e as surpresas que eu teria ao abrir a parte de baixo.
Quando falei para ele que a parte de baixo eu não conseguiria fazer em casa, por falta de experiência e ferramentas, ele riu e disse: Soldado! Quer um conselho? Ve se algum sonhador como você troca essa porcaria numa bicicleta.

Depois das 125 nacionais essas pequenas importadas "já eram", principalmente as 2 cilindros. Mas brasileiro não desiste nunca. Cheguei em casa e resolvi que a RD não poderia ficar ali parada. Afinal eu tinha 19 anos e não dava para comprar outra moto. Ficar a pé? Nem pensar. Mãos à obra. Peças no chão, lixa fina, alicate, lima e arame de aço.
Limei as cavidades dos pistões até que ficassem no ponto de encaixar perfeitamente o arame. Preparei os círculos de arame para substituirem os anéis, limei bem as pontas onde foram cortados, para que fechassem com perfeição, lixei os cilindros para amenizar os riscos, fabriquei (com eixos das rodinhas de carrinhos de brinquedo) as 2 varetinhas das gaiolas e comprei apenas junta do cabeçote.

Motor montado, pé no kick e a RD voltou a rodar - não com a disposição que uma RD 125 tem (mas voltou). Isso mesmo! ANÉIS DE ARAME.
Amigos do Clássicas70, me perdoem pelo que fiz. A lei da sobrevivência não me apresentou outra saída.

A RD 125 ficou com os anéis de arame até eu vende-la para "fechar" com uma RD 200 da mesma cor - "meio cereja". A 200 estava com o motor bom, tinha partida elétrica (como todas as RD 200), mas estava muito feia. Ah sim. claro que avisei ao novo dono sobre os anéis de arame da 125, antes da venda.

A valente e linda RD 125 que sobreviveu com os ANÉIS DE ARAME, fabricados por mim, para que podesse continuar sendo uma RD 125, acabou transformada em RX 125, com partes de uma moto nacional acidentada. Isso sim um sacrilégio - obra do mecânico que estava fazendo o motor e a recebeu do dono, quando este não suportou o preço das peças."
Sequestrado de http://www.motosclassicas70.com.br/. Se for a sua praia, não deixe de visitar.
Eu e minha RD50, mais de vinte anos atrás

Coolpics VII


Karmann Ghia, foto da Volks World, suequestrada do KGBC

sábado, 28 de maio de 2011

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Ô Zé!!!! Acessa logo esse blog homi!

Arte sequestrada do blog de Mauricio Morais

Você acha que um blog só de fuscas é muito específico? Que tal segmentar um pouco mais com um blog só de VW1600, o famoso zé do caixão? Pois é isso que criou o Dudo, lá do Rio de Janeiro. Se você gosta de fuscas e aparentados, não deixe de visitar!

http://vw1600.blogspot.com/

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